quarta-feira, novembro 04, 2009

Matemática – Sequência didática para o 4ª série do ensino fundamental por Valmira Rosa Martins

G.E. Profª Inês Marta da Silva

Série: 4ª Disciplina: Matemática

Conteúdo: frações

Tempo estimado: seis aulas

Material necessário: lápis e papel.

Desenvolvimento/Metodologia

Para dar início a sequência conta-se uma história sobre a criação das frações.
E a história começa assim....

De tanto contar, o homem inventou os números: 0,1,2,3.....
Quando precisou medir comprimentos, ele criou a fração.
A unidade escolhida para medir um comprimento nem sempre “cabia” exatamente nesse comprimento. Deu-se conta disso quando egípcios dividiam as terras próximas ao rio de forma que as mesmas teriam que ter o mesmo tamanho, e para isso usavam cordas com nós. Porém durante o período de chuvas o rio transbordava e inundava algumas propriedades e as famílias que delas faziam uso tinham suas terras novamente demarcadas, e ás vezes a medida já não servia mais, ás vezes faltava, outra sobrava.
E foi assim que ele dividiu a unidade em partes iguais.
A fração foi criada para representar uma parte da unidade que estava sendo usada para medir. Uma das primeiras frações que o homem inventou foi para representar a metade de um inteiro.

1ª etapa

Divida a turma em duplas, entregue uma folha a cada dupla e proponha que repartam em 3 porções iguais, 5 chocolates entre 3 crianças. Os alunos podem pensar que cada um ficará com 1 chocolate, uma metade e 1/3 da última metade. Coloque em discussão: que fração equivale à terça parte de uma metade? É esperado que eles concluam que precisam de 6 desses pedacinhos (terços de meio) e que um terço de meio é um sexto. A resposta seria: cada criança ficará com 1+1/2+1/6. Depois peça que os alunos dividam todas as barras em porções iguais. Há várias possibilidades: a cada criança corresponde 3/2 de chocolate + 1/6 de chocolate, ou 5/3 para cada uma etc.

2ª etapa

Prepare uma folha com os procedimentos que apareceram nos grupos ou outros que você julgue importante discutir. Exemplo: 1+1/2+1/6=3/2+1/6=1+2/3. Os alunos podem sair com argumentos do tipo: 1 são duas metades, então 1 mais ½ é o mesmo que três metades.
Esta forma de trabalhar com as crianças a noção de equivalência antes de recorrer ao algoritmo para obter frações equivalentes (a multiplicação do numerador e do denominador por um mesmo número tem como resultado uma fração equivalente à que foi dada).

3ª etapa

O material concreto também ajuda a explicar as frações equivalentes. Por exemplo: 1/6+1/6=2/6. Se o professor quer mostrar que essa fração tem equivalentes menores e pode ser simplificada precisa provar que 2/6 é igual a 1/3. Como jogo das frações equivalentes as crianças entendem o que são estas frações antes de aprender o que é MMC e MDC.

Construindo o jogo

Recorte círculos com as frações que você escolheu. Cole-os nas tampas ou em outro papel com uma cor que destaque bem.
Una todas as tampas com fita de cetim ou cordão, mostrando a equivalência.

Como jogar

Uma criança de cada vez canta a música “uni duni tê, salame mínguê, o sorvete colorê, o escolhido foi você” apontando para as tampinhas. Quando a música acabar, a última tampinha apontada pelo aluno deverá ser representada na tabela apresentada em folha de papel pardo ou no próprio quadro negro, e a tampinha deve ser virada sendo que a brincadeira recomeça com outro aluno cantando e apontando.
Outro jogo é o framinó, as regras são as mesmas do dominó tradicional, mas os alunos terão que associar a forma numérica das frações á sua representação gráfica.
As peças do framinó são montadas em retângulos de papel A4, as divisórias podem ser feitas com fita isolante ou papel duplex preto.
Desenham-se barras representando as frações e pintado-as com canetas de hidrocor, escreve-se a fração de um lado e colam-se as representações do outro.

Avaliação

Pedir sempre que os grupos justifiquem suas respostas. O professor deve ajudar a turma a perceber, durante os trabalhos, que uma mesma fração é representada de diferentes formas.Deve-se observar o aprendizado da turma no desenvolvimento dos trabalhos e jogos, caso perceba dificuldades retome as atividades.

Matemática – Sequência didática para o 2ª série do ensino fundamental por Rosiméri Ana dos Santos da Silva

G.E. Profª Evanda Sueli Juttel Machado

Série: 2ª

Conteúdo: Medidas de Tempo

Objetivos

- Identificar os instrumentos utilizados para medir o tempo.
- Reconhecer a duração das unidades de tempo: dia, semana, Mês, ano e identificar as relações entre elas.
- Saber em que dia, mês e ano estão.
- Utilizar o calendário para assinalar ou para encontrar uma data determinada.
- Conhecer a hora e o minuto, relacionando estas unidades entre si.
- Ler horas no relógio digital e analógico.
- Resolver situações problema que envolvam medidas de tempo.

Recursos utilizados: Giz, calendário, relógios, cartolina, prato, cola, tenaz, fita adesiva, tesoura, canetinha, régua, folhas coloridas e livro.

Desenvolvimento/Metodologia

1ª etapa

Iniciarei a sequência didática investigando o que os alunos sabem sobre medidas de tempo. Após o diálogo será mostrado um calendário e pedirei que os alunos identifiquem os dias da semana e os meses explorando sua organização. Será solicitado aos alunos que formem 12 equipes para a construção de um calendário.

2ª etapa

Retornar ao calendário construído pelos alunos.
Propor situações problemas como:

Em que dia da semana começou o mês de setembro?
A escola desfilou no último domingo do mês de agosto, qual foi este dia?
Dia 12 de outubro comemora-se o dia das crianças, quantos dias faltam para este dia chegar?

E outras situações propostas pela professora ou sugeridas pelos alunos.
Registrar no caderno dos alunos algumas atividades, utilizando o livro “A conquista da matemática”, páginas 232/233/234/235.

3ª etapa

Será introduzida a leitura das horas. Com um relógio explicando o seu funcionamento. Após esse momento, os alunos construiram cada um o seu relógio analógico e será proposto situações problema para que seja feita a leitura das horas utilizando esse relógio.

4ª etapa

Retornar a medida de tempo: hora.
Será construído um relógio digital como a do livro “A conquista da matemática” as horas que forem sendo pedidas.
No segundo momento, com os dois relógios (analógico e digital) será pedido aos alunos que encontrem as seguintes horas: 13 h, 15h, 14:20 h........iniciando assim um questionamento: Como posso encontrar essas horas no relógio analógico, sabendo que o mesmo só marca até o número 12?
Esse questionamento servirá para avaliar se os alunos aprenderam a ler as horas. Se isso não ocorrer, voltasse na próxima aula explicar novamente o funcionamento do relógio analógico (a marcação das horas).

5ª aula

Revisar o tema horas (funcionamento do relógio) se necessário. Registrar no caderno as seguintes situações problema.

a) Papai saiu de viagem às 6 h e chegou às 19h e 45 min. Quanto tempo durou a viagem?
b) Mamãe saiu de casa às 9 h e voltou às 11 h e 25 min. Quanto tempo ela ficou fora de casa?
c) Na escola, a aula começa ás 13 h e termina às 17 h. Qual o tempo de duração da aula?
d) Quantos dias correspondem a 48 horas?
e) Se plantarmos uma semente hoje e ela demora 1 mês para crescer, em que dia iremos colher?
f) Camila nasceu no dia 15 de maio e Luciana nasceu no dia 15 de junho do mesmo ano.
Quem é a mais velha?
Quanto tempo a mais?

GESTAR II – Matemática – Unidade 18 do TP5 por Mariza Campos Gavilan (cursista)

Mariza Campos Gavilan, professora de Matemática de uma escola municipal de Palhoça, é uma das cursistas do programa GESTAR II. Como tarefa de uma das oficinas, ela precisava realizar o “Socializando o seu conhecimento e experiências de sala de aula” que consta na unidade 18 do TP5. A seguir, está o que a professora concretizou:

a) Resultados observados em sala de aula

A turma é extremamente quieta, e fizeram a atividade silenciosamente, e assim continuaram na hora de conversarmos sobre como pensaram e o que fizeram. Verifiquei que a maioria tenta fazer mentalmente e dão respostas curtas, mesmo com o meu pedido de detalhar as soluções. Não tiveram dificuldade em chegar às respostas. Para deixá-los mais animados brincamos que a atividade da pág.66 era a simulação de um teste de emprego, onde eles estariam formulando uma pesquisa de orçamento para mostrar ao dono de um escritório. Até se divertiram e quiseram saber se estariam empregados ou não, sendo que alguns que fizeram com pouco capricho já concluíam por conta própria que não conseguiriam a vaga. Fato que os fez pensar em tentar caprichar mais das próximas vezes.

b) Aplicação da tarefa na sala de aula

Análise Combinatória

Objetivos:
- Trabalhar a multiplicação na forma de combinação;
- Trabalhar a idéia da análise combinatória aplicada a situações do dia-a-dia;
- Trabalhar com tabelas.
Conteúdos: Multiplicação; Análise Combinatória; Tabelas.

Público: 8ª série da EJA.

Tempo: 80 min.

Material: Cópias da situação problema da pág. 66 da TP5.

A Aula:

1° passo: Distribuir as cópias da atividade 2 da pág. 16 da AA5, e cópias da atividade 9 da pág. 66 da TP5.

2° passo: Pedir que os alunos elaborem a solução em forma de tabela.

3° passo: Os alunos fazem os cálculos.

4° passo: Discutir os resultados com os alunos.
FOTOS:




GESTAR II – Matemática – Unidade 20 do TP5 por Ottoniel Carlos Tomaz (cursista)

Ottoniel Carlos Tomaz, professor de Matemática de uma escola municipal de Palhoça, é um dos cursistas do programa GESTAR II. Como tarefa de uma das oficinas, ele precisava realizar o “Socializando o seu conhecimento e experiências de sala de aula” que consta na unidade 20 do TP5. A seguir, está o que o professor concretizou:

a) Síntese da unidade

Nesta unidade, temos alguns exemplos relacionados à congruência de triângulos que nada mais é o relacionar a congruência com igualdade para melhor exemplificar o conteúdo.

Euclides, com seu livro “Os elementos”, deixa algumas idéias e ferramentas para revelar a natureza do universo. Assim sendo, podemos ver que já na sua primeira obra Euclides nos deixa claro a importância dos elementos que dizem respeito à congruência.

O desenvolvimento posterior destes estudos sobre os triângulos levou ao desenvolvimento da trigonometria. Hoje, ainda que muito antigos, os teoremas nos ajudam a compreender às diversas formas de resolução de exercícios e um dos bastante utilizados é o teorema de Pitágoras.

Estes teoremas, também são utilizados em soluções de problemas mais complexos como, por exemplo, nas construções civis, indústrias, medições agrárias, cálculos etc. Por esta razão, estas teorias são de fundamental importância, não apenas para os triângulos, mas para todos os polígonos. No caso do triângulo retângulo, a congruência fica mais evidente até porque os triângulos retângulos têm característica única e própria que é o ângulo de 90° graus ou ângulo reto e tem ligação com os princípios de Pitágoras.

Dentro deste contexto, precisamos analisar também que nem todos os triângulos podem ser visto ou observado pelo fator congruência, mas também por semelhança.

Ao aprofundarmos mais, entramos no processo de sobreposição e com estes movimentos podemos ver os conceitos relacionados à translação, reflexão ou composição que chamamos de Isomeria (mesma medida).

Estes teoremas compõem-se de enunciado e demonstrações, fato que após relacionar a estes teoremas, formam uma cadeia de conhecimento lógico-dedutível que constituem uma teoria matemática.

Diante disso, os casos de congruência são fortemente respaldados na intuição e a prova empírica é baseada nas experiências.

b) Resultados observados em sala de aula

c) Aplicação da tarefa na sala de aula

Série: 6ª
Sólidos Geométricos.

quarta-feira, outubro 28, 2009

GESTAR II – Matemática – Unidade 16 do TP4 por Mariza Campos Gavilan (cursista)

Mariza Campos Gavilan, professora de Matemática de uma escola municipal de Palhoça, é uma das cursistas do programa GESTAR II. Como tarefa de uma das oficinas, ela precisava realizar o “Socializando o seu conhecimento e experiências de sala de aula” que consta na unidade 16 do TP4. A seguir, está o que a professora concretizou:

a) Resultados observados em sala de aula

Fomos a campo com as instruções e o material necessário, mas o apontador laser não aguentou as primeiras demonstrações e acabou a pilha. Improvisamos então a visualização com um lápis, que deveria ter a ponta mirada no alto do objeto a ser medido, com os olhos colados no zero do transferidor, como a segunda sugestão do TP, o que dificultou bastante, pois os alunos demoraram em entender, e com certeza as medidas ficaram bem aproximadas.
Como o mais importante era fazer a aplicação de semelhança na atividade, não descartei de usar as medidas dos ângulos sendo de que jeito viesse.
Atividades em campo são muito legais, mas as vezes perigosas, enquanto eu atendia um grupo, um integrante de outro subia no muro para tentar medir o poste! Levou uma grande bronca, principalmente por ser justamente para não precisar subir no poste que estávamos utilizando outras maneiras de efetuar a medida.
Acidentes a parte, os grupos trabalharam, efetuaram as medidas e fizeram desenhos em escalas, para descobrirem as alturas da caixa d’água, da escola, do poste, do ginásio de esportes e do colégio.
Nos cálculos na sala precisaram de mais ajuda, e no final o resultado foi a compreensão da semelhança, e a constatação que mediram mal.
b) Aplicação da tarefa na sala de aula

Relações Métricas em Triângulos Retângulos

Objetivos:
Conhecer ângulos e sua utilização prática;
Desenvolver as relações de semelhança e verificar o teorema de Talles;
Desenvolver as relações trigonométricas.

Conteúdos: Geometria espacial; Geometria plana; Ângulos; Teorema de Talles.

Público: 8ª série.

Tempo: 90 min.

Material: Transferidor; Apontador laser.

A Aula:

1° passo: Explicar o procedimento: A utilização do transferidor com o apontador laser, e as medidas que deverão fazer.

2° passo: Dividir os alunos em grupos onde cada um deve escolher uma medida de altura a ser feita.

3° passo: Pedir a reprodução a situação em um desenho.

4° passo: Discutir com os alunos como poderíamos fazer o cálculo da medida que nos interessa, com os dados coletados.

5° passo: Discutir sobre semelhança de triângulos e mostrar o teorema de Talles.
6º passo: Utilizando uma tabela trigonométrica mostrar também outra maneira de fazer o mesmo cálculo.

FOTOS:




GESTAR II – Matemática – Unidade 16 do TP4 por Ottoniel Carlos Tomaz (cursista)

Ottoniel Carlos Tomaz, professor de Matemática de uma escola municipal de Palhoça, é um dos cursistas do programa GESTAR II. Como tarefa de uma das oficinas, ele precisava realizar o “Socializando o seu conhecimento e experiências de sala de aula” que consta na unidade 16 do TP4. A seguir, está o que o professor concretizou:

a) Síntese da unidade

Ao ler este conteúdo, pude ter uma idéia de como se encontra o trânsito da nossa cidade e das grandes cidades, pessoas e o encontro deste que chamamos de crescimento desordenado.

A matemática proporciona formas através de cálculos matemáticos, à acessibilidade e a importância desta relação com o meio em que vivemos. Porém, varia de lugar para lugar. Como cidades, capitais, estados, e as políticas públicas que por sua vez não são aplicadas corretamente e quando se aplica, visam interesse político e próprio.

Cabe então a nós, começarmos pela educação educando nossas crianças, encaminhando-os para um futuro melhor e formar cidadãos responsáveis e que saibam lidar com estas situações.

Quando nos deparamos com situações desta natureza, se observarmos os projetos, muitos deles foram maus elaborados e não foram projetados para o futuro e sim para o momento.

Diante disso, a matemática nos mostra muita possibilidades de trabalharmos as relações trigonométricas como cálculo de área, que visa adequar os espaços para prevenir este tipo de situação.

Assim sendo, a própria história da matemática nos deixa alguns registros do grande mestre Pitágoras, cm suas demonstrações e seus conceitos em relação à geometria. Um exemplo bem conhecido é o próprio teorema que leva o nome “Pitágoras”, faz demonstração de como é possível fazer cálculos diante de tal problema.

Destes conceitos, podemos fazer varias demonstrações em sala de aula, quando trabalhamos o triângulo retângulo e suas relações métricas, proporcionando ao aluno o aprendizado. Aprender não é só resolver problemas, mas articular os diferentes procedimentos na visão matemática.

b) Resultados observados em sala de aula

Fizemos algumas produções, e um ponto negativo logo aparece quando um aluno olha para mim e diz: “professor, o que é que eu tenho a ver com problemas de trânsito? Não tenho carro mesmo”.

Então, olhei para ele e disse Você é o nosso futuro amanhã, se pensar desta forma, como é que será ou quando você tiver seu primeiro carro.

Com isso, Ele me olhava meio sem graça, mas concordou com a explicação. Mas, também teve um ponto muito curioso quando os alunos resolveram utilizar as próprias carteiras, colocando de duas em duas, fazendo de conta que fosse um automóvel e dentro da sala as vias urbanas e tinham que dividir o espaço com todos.

Foi muito engraçado e eles mesmos fizeram as medidas das vias, da sala e notaram que ao traçar uma via paralela na diagonal, tinham ângulos congruentes e triângulos retângulos semelhantes.

No entanto, a aula foi muito proveitosa, mas deu um pouquinho de trabalho até engrenar. Porém, esta atividade teve um pouco mais de dificuldade em relação à transposição feita na aula passada, mas aos poucos e com mais persistência, não apenas os meus alunos, mas todos deveriam passar por este processo de transformação que são as atividades do Gestar II.

c) Aplicação da tarefa na sala de aula

Série: 6ª
PLANOS GEOMÉTRICOS (ÁREA)
Objetivo
Trabalhar os conceitos da área de figuras geométricas como quadrados e triângulos, e utilizar as fórmulas necessárias para um bom desempenho na resolução de cada exercício.

Desenvolvimento
Este trabalho foi desenvolvido em sala e aula, visando compreender os espaços urbanos, projetos e aproveitamento do espaço físico se valendo das formas geométricas das quais são compostos estes espaços e que muitas vezes são mal aproveitados.
Hoje, em determinados pontos das capitais e regiões do país, é quase impossível prever um conforto quando se fala em espaço urbano. O crescimento desordenado tem piorado as situações das grandes cidades e pior ainda são os projetos de urbanização que são mal elaborados e pouca fiscalização na execução de muitas obras irregulares.
Com isto, surgem os problemas de trânsito que não estão preparadas para escoar o enorme fluxo de veículos. Diante disso, vimos à importância de trabalhar em sala os conceitos de espaço e forma que poderiam ser aproveitados nos grandes centros urbanos.
Como exemplo, sugeri aos alunos que pesquisassem as vias de trânsito e cidades para facilitar a percepção do que realmente estamos falando e do que realmente se faz necessário para execução de uma obra de grande porte em suas diversas estruturas. Imagens para observação foram avaliadas.

Ao observar os diversos contornos, vias, rampas, prédios, entre outros aspectos urbanos, fizeram uma relação com áreas como de triângulos, quadrados e aplicamos em exercícios onde ficou mais fácil a compreensão tanto na didática quanto de onde surgem as mais variadas formas geométricas.
Ex: A= b.h/2 A= L. C P = L+L+L+L
Também, tivemos a oportunidade de rever assuntos relacionados aos ângulos que fazem parte deste contexto como nas rampas de acesso para pessoas portadoras de deficiência, que precisam se locomover e nem sempre encontram acesso adequado.

17º encontro de Matemática - GESTAR II

Resultado do 17º encontro com professores da rede municipal de Palhoça quanto ao programa GESTAR II que aconteceu no dia 23/10/2009.

A unidade desse encontro foi a 21 do TP6 (A Álgebra como ferramenta humana - Frações e Frações Algébricas) e estiveram presentes os professores Cícero e Mariza. Mas antes de falarmos sobre o assunto dessa unidade, demos continuidade ao projeto. Fizemos uma releitura do que tínhamos pronto e acrescentamos ações, falamos de datas e da possibilidade de um cursista ser assistido por mim, formadora, durante a aplicação do projeto.

O assunto da vez foi sobre frações algébricas que, segundo a unidade, não será bem trabalhada se os alunos não tiverem uma boa coordenação com frações numéricas. Para tanto, foi oferecido uma interessante discussão sobre frações numéricas.

Para começar, a professora Mariza levantou uma questão: devemos aceitar ou não uma fração não simplificada como resposta? É comum exigirmos dos nossos alunos a simplificação, mas vemos materiais como o do GESTAR que nem sempre a fração resultante é simplificada.

Outra questão, muito interessante, é sobre a utilização de um número não múltiplo dos denominadores das frações parcelas para o mmc. Nós professores não concordamos trabalhar dessa forma, acreditamos ser complicado para o aluno somar frações e obter como resposta um número não fracionário, já que a resposta acaba com números decimais no numerador.

Diante da discussão acima, é inevitável falarmos sobre o mmc. Foi acordado que em sala é preciso utilizar outras formas além desta para somarmos frações. Como a resolução de problemas prevê, devemos oferecer ao aluno diversas maneiras de resolver uma mesma questão para que este faça suas escolhas e crie outras formas de resolução, talvez.

Nosso encontro termina com a atividade que consta na oficina do TP6 e que deixarei para você tentar resolver, mas não se esqueça de verificar sua resposta:

“Diga-me, formosa jovem de olhos radiantes, se você entende o método da inversão, qual é o número que multiplicado por 4, aumentado em 3/4 desse total, dividido por 7, diminuído por 1/2 do quociente, multiplicado por 10, diminuído em 11, extraindo-se a raiz quadrada, somando 7 e dividindo por 10, dá 1 como resultado?”