No encontro do dia 01/03/11 do curso Pró-letramento estiveram presentes 14 professores. Neste dia pudemos dar continuidade ao fascículo 1 do livro com discussões sobre os números naturais acerca de três diferentes materiais concretos (ábaco, material dourado e quadro valor de lugar – QLV).
Os professores foram organizados em três grupos e cada um deles recebeu um único material para ser utilizado na elaboração de uma sequência de atividades objetivando desenvolver algum conceito em sala de aula a ser combinado pelo próprio grupo. Os resultados foram apresentados na sequência.
O grupo que ficou com o QVL objetivou “introduzir a dezena” no primeiro ano por meio de duas etapas. Na primeira delas cada aluno recebe 10 canudos de uma cor que será diferente da cor do colega. Entre eles vai acontecer a troca desses canudos de maneira aleatória, sem impor regras como trocar a mesma quantidade de canudos ou trocar somente com dois colegas, etc. Após esse momento temos dois outros: (1) o professor faz perguntas direcionadas para a comparação de quantidades – Quem tem a cor branca? Quantos? Quem tem mais? Quem tem menos? e (2) quem tem a cor branca, um por um, é convidado a posicionar seus canudos no QVL e realizar a contagem oralmente. O aluno que for colocar o décimo canudo retira todos da unidade e forma 1 grupo a ser colocado na dezena.
Antes da apresentação esse grupo discutiu sobre a vantagem de iniciar essa troca com a formação de um conjunto de canudos. Ou seja, juntar 10 canudos com um elástico para que o aluno veja que o grupo na dezena tem um volume maior por ser uma coleção de unidades. Somente depois disso é que se aconselha representar esse grupo por um único canudo na posição da dezena.Na segunda etapa, depois da troca de canudos entre colegas e sem se importar com as cores, cada aluno vai até o QVL e verifica se, sozinho e em voz alta, consegue formar dezenas. Juntamente, o professor questiona: Conseguiu? Por quê? Sobraram quantos canudos? Faltaram quantos se quisermos mais uma dezena? O grupo termina a apresentação recebendo sugestões que acrescentaram suas ideias.
Os professores foram organizados em três grupos e cada um deles recebeu um único material para ser utilizado na elaboração de uma sequência de atividades objetivando desenvolver algum conceito em sala de aula a ser combinado pelo próprio grupo. Os resultados foram apresentados na sequência.
O grupo que ficou com o QVL objetivou “introduzir a dezena” no primeiro ano por meio de duas etapas. Na primeira delas cada aluno recebe 10 canudos de uma cor que será diferente da cor do colega. Entre eles vai acontecer a troca desses canudos de maneira aleatória, sem impor regras como trocar a mesma quantidade de canudos ou trocar somente com dois colegas, etc. Após esse momento temos dois outros: (1) o professor faz perguntas direcionadas para a comparação de quantidades – Quem tem a cor branca? Quantos? Quem tem mais? Quem tem menos? e (2) quem tem a cor branca, um por um, é convidado a posicionar seus canudos no QVL e realizar a contagem oralmente. O aluno que for colocar o décimo canudo retira todos da unidade e forma 1 grupo a ser colocado na dezena.
Antes da apresentação esse grupo discutiu sobre a vantagem de iniciar essa troca com a formação de um conjunto de canudos. Ou seja, juntar 10 canudos com um elástico para que o aluno veja que o grupo na dezena tem um volume maior por ser uma coleção de unidades. Somente depois disso é que se aconselha representar esse grupo por um único canudo na posição da dezena.Na segunda etapa, depois da troca de canudos entre colegas e sem se importar com as cores, cada aluno vai até o QVL e verifica se, sozinho e em voz alta, consegue formar dezenas. Juntamente, o professor questiona: Conseguiu? Por quê? Sobraram quantos canudos? Faltaram quantos se quisermos mais uma dezena? O grupo termina a apresentação recebendo sugestões que acrescentaram suas ideias.
O último grupo a apresentar recebeu o ábaco e, assim como os anteriores, pensou no primeiro e segundo ano. O objetivo era permitir ao aluno um primeiro contato com este material o que nos fez lembrar a importância de oferecer momentos de contato sem necessariamente impor regras ou de trabalhar tudo que o material tem de maneira implícita para um primeiro momento. Para este grupo o ábaco seria usado para registrar a pontuação de um jogo qualquer. Primeiramente um jogo aonde a marcação iria até 10 pontos para que cada casa decimal seja completada com 10 argolas. Posteriormente um jogo que possa ultrapassar 10 pontos, assim ao marcar o 10° colocaria como necessário trocar todas as 10 argolas por uma na casa imediatamente anterior. Como vence o jogo quem tem mais pontos pode surgir perguntas como “porque ele tem mais pontos do que eu se tenho 8 argolas (na unidade) e ele tem só 1 (na dezena)?”. O professor aproveita para trabalhar a idéia de que aquela única argola (na dezena) foi colocada porque o colega conseguiu fazer 10 pontos. Sugestões também foram dadas para que tipo de jogo isso seria interessante e que tipos de regras poderiam ser colocadas.
O encontro terminou com uma conversa administrativa em relação ao curso deixando a socialização das TIs desse dia para o próximo encontro. Dessa forma, todos poderão participar e tornar o encontro mais produtivo. Aos professores presentes deixo meu agradecimento. É maravilhoso estar no meio de pessoas responsáveis e dedicadas.
ANEXOS
1) Slides do encontro - http://www.megaupload.com/?d=PCYYA23Y
2) Material complementar - http://www.megaupload.com/?d=PGRCYM4A
3) Vídeo de Imenes - http://www.youtube.com/watch?v=VHqxRXWVpdE
(Após clicar nos links acima, para acessar os documentos, preencha o "Digite isso aqui", clique no "Baixar arquivo" e, por último, clique em "Download comum")