Bem-Vindos! Queridos professores, gostaríamos que todos participassem do nosso blog! Isso mesmo, ele é nosso! Seus artigos, depoimentos, sequências didáticas, podem ser postados aqui, é só nos enviar por e-mail. Façam dele mais uma ferramenta para utilizar no seu trabalho.
quarta-feira, abril 20, 2011
Reportagem Revista Nova Escola
Atitudes de como combater o desperdício e consumir de forma consciente são bons caminhos para a preservação da natureza
Para ler a reportagem completa acesse ao link abaixo.
http://www.megaupload.com/?d=FSNHHUH8
Professora Márcia B. Spricigo
Pró Letramento - Matemática - 10º encontro por Karina Z Jacomelli A
Fotos:
terça-feira, abril 19, 2011
Relato de aplicação de atividades do Pró-Letramento por Jair Pereira

quinta-feira, abril 14, 2011
Pró Letramento - Matemática - TI 7, 8 e 9 do fascículo 2 por Paulo João Coelho
O professor Paulo João Coelho elaborou e aplicou essas tarefas como relatado, pelo mesmo, a seguir.
TI7
“O professor apresentou 9 cartões numerados de 1 a 9 para a turma, após dividiu a turma em duas equipes A e B. Explicou para cada equipe que fariam uma brincadeira na qual seria utilizada a reta numérica. Onde o primeiro sorteio correspondia ao número de pulos dado na reta numérica e o segundo o comprimento do pulo.


A atividade requer dos alunos atenção e concentração, pois através desta atividade o professor está introduzindo a noção de multiplicação e o aluno vai construindo esse conceito brincando.”
TI8
“A turma foi dividida em grupos de quatro alunos. O professor distribuiu para cada grupo uma folha com várias retas numéricas. Cada grupo escolheu um aluno para sortear os cartões. O primeiro sorteio corresponderá ao comprimento do pulo. Na ordem do professor cada aluno de uma equipe sorteou um cartão e aplicou na reta numérica. O aluno da primeira equipe sorteou o número 3 (quantidade de pulos) e o segundo número foi 4 (tamanho do pulo).

TI9
“O professor utilizou as mesmas equipes, já formadas na atividade anterior. Cada equipe escolheu um aluno e o mesmo sorteou uma ficha onde apareceu um número de 1 a 9; após cada aluno mostrou o número sorteado para as outras equipes e para o professor.
Em sequência, o professor deixou em cada equipe uma folha com várias retas numéricas. O professor observando o número sorteado deu para cada equipe um múltiplo desse número sorteado para ser colocado na reta numérica. Os alunos de cada equipe colocaram o número falado pelo professor na reta numérica e representaram os movimentos do pulo em sentido contrário.Exemplo: uma das equipes sorteou o número 6, o professor falou o múltiplo desse número, 18. Os alunos da equipe observavam na reta numérica e do número 18 pularam de 6 em 6 até chegarem ao zero.
Pró Letramento - Matemática - TI 7, 8 e 9 do fascículo 2 por Marlene Maria da Silva
A professora Marlene Maria da Silva elaborou e aplicou com seus alunos essas tarefas como relatado, pela mesma, a seguir.
TI7 – O salto da Ema
“Foi utilizado para essa atividade uma reta e dois dados para cada uma das equipes, A e B. Foi muito válido, pois os alunos executaram e demonstraram bastante interesse e curiosidade. Houve também questionamentos bem interessantes em relação ao comprimento e aos pulos. Ao final da atividade todos sentaram para avaliá-la e foi quando chegaram a conclusão de que estavam brincando de multiplicar os números (pulos). O resto da atividade ficou para a próxima aula e foi muito bom, pois criou uma expectativa e curiosidade para saber o que ainda estava faltando.”
TI8
“Foi utilizado o mesmo material da aula anterior e após ter feito as retas no chão deu-se início a 2ª parte da atividade. Também foi um sucesso. Eles perceberam de imediato que a atividade começou do fim para o início (ordem decrescente).
Assim que terminou a atividade todos sentaram para avaliação e eu perguntei: Quem sabe o que faltou para terminar a aula passada? O que trabalhamos hoje? Por qual número começou? Que ordem numérica foi utilizada na atividade?
Diferentes respostas foram dadas, engraçadas e interessantes, pois falaram entre si e até discutiram o porquê que desta vez começou do fim para o início, isto é, do maior para o menor – os pulos eram dados conforme eram os múltiplos, porque a Ema tinha ido e não tinha voltado.
Depois da discussão entre eles expliquei que meu objetivo foi trabalhar os múltiplos, assim como a multiplicação na aula anterior pela brincadeira. Ressaltei que na aula seguinte daríamos continuidade”
TI9
“Agora a atividade foi feita na sala de aula, utilizando o quadro e seguindo os procedimentos das aulas anteriores. Foi muito interessante, pois os alunos demonstraram interesse e atenção na atividade, bem como as comparações em relação as etapas anteriores.
Nessa terceira aula foi trabalhada a divisão com a intenção de fazê-los se envolver e perceber o objetivo proposto. Na avaliação os alunos mostraram que gostaram por ter sido trabalhado de maneira lúdica (prática) e com materiais concretos. Eu procurei deixar bem claro que foi trabalhada a multiplicação, os múltiplos, a ordem crescente e a divisão.”
Parabéns professora Marlene pela sua iniciativa, dedicação e competência.
Relatório de aplicação de atividades do Pró-Letramento: alfabetização e linguagem por Jair J pereira




Pró Letramento - Matemática - TI 7, 8 e 9 do fascículo 2 por Luciana Klöppel Vieira
A professora Luciana Klöppel Vieira, elaborou e aplicou com seus alunos do 1° ano essas tarefas como relatado, pela mesma, a seguir.
TI7
“Foi realizado uma reta numérica de 0 a 30. A classe foi dividida em duas equipes. Estabeleceu-se que a brincadeira seria o pulo do coelho a procura dos ovos. Então, selecionamos 3 crianças, uma da equipe A, outra da equipe B e outra para ficar responsável em jogar o dado. Foi combinado que cada membro da equipe teria que jogar duas vezes o dado, uma para estabelecer o comprimento do pulo e outra o número de pulos. A equipe que fizesse maior pontuação seria a vencedora nesta atividade.
Primeiramente contamos os números na reta numérica, depois quando iniciou o jogo fizemos a contagem dos pulos de cada aluno e o comprimento. A equipe vencedora foi a B. Ao final do jogo fizemos também o somatório dos pontos das duas equipes para confirmar.
Nesta atividade também aproveitamos para trabalhar noções de grandeza.”
TI8
“A atividade continua, mas com uma diferença: agora os alunos da equipe jogavam o dado apenas para descobrir o comprimento do pulo e eu ficava responsável em dar um número múltiplo desse comprimento, ou seja, os alunos sorteavam o 2 como comprimento do pulo e eu apresentava o 10. Partindo do número 10, os alunos pulavam de 2 em 2 até chegar no zero, retornando na reta. Com isso, eles observavam que era preciso dar 5 pulos. Outro aluno sorteou o número 3 e eu apontei o 9, então o aluno deu 3 pulos para retornar ao zero.
Assim, também fizemos a contagem. Primeiro 2+2+2+2+2=10 (2x5) e depois 3+3+3=9 (3x3).”
TI9
“Esta atividade foi desenvolvida no quadro, onde foi desenhada uma reta numérica de 0 a 30. Escolheu-se novamente um aluno para a equipe A, outro para a equipe B e outro para jogar o dado.
O aluno responsável jogou o dado para a equipe A e obteve o número 6, então o comprimento do pulo foi 6. O número múltiplo que estabeleci foi 18, isto quer dizer que o aluno deu 3 pulos partindo do 18 até o zero. E o aluno da equipe B obteve o número 1, assim o comprimento do pulo foi 1. O número múltiplo estabelecido foi 10, então o aluno deu 10 pulos partindo do número 10 até o zero.
Ao término da atividade analisamos a distância percorrida pelas equipes e o número de pulos. Decidimos que a equipe vencedora seria quem desse o maior número de pulos na reta.”
Parabéns professora Luciana pela sua iniciativa, dedicação e competência.
Abaixo, algumas fotos da aplicação da atividade com os alunos:
Pró-Letramento alfabetização e Linguagem - SEQUÊNCIA DIDÁTICA - por Jair J Pereira
quarta-feira, abril 13, 2011
Pró Letramento - Matemática - 9º encontro por Karina Z Jacomelli A
Para começar os professores relataram como costumam trabalhar localização e orientação com seus alunos. Normalmente são assuntos trabalhados na disciplina de geografia, principalmente com construção de maquetes. O uso de barbante foi colocado como possível de se trabalhar a escala, basta considerar qualquer tamanho inicial e realizar dobras referente a escala a ser considerada. Além disso, no cotidiano da escola, são considerados termos como esquerda, direita, em frente ao formar filas ou se organizar em sala para determinada atividade.
Aproveitando os sólidos geométricos construídos na semana anterior, a tarefa seguinte foi a construção de um espaço de convivência com possíveis casas, igreja, escolas, automóveis, demarcação de ruas, calçadas, jardins, entre outros (as duas primeiras fotos mostram parte do resultado obtido). Ambas as equipes tentaram reproduzir um espaço real do seu meio e, interessante, ambos escolheram a praça de Palhoça sendo que cada uma equipe representou um dos seus lados.
Vale ressaltar que durante a construção da maquete discussões variadas ocorreram – como a praça era há alguns anos antes e como está hoje, que influências essas mudanças trouxeram, calçadas e outras situações provocadas pela falta de planejamento. Essa discussão enriqueceu a tarefa fazendo-a interdisciplinar, uma vez que os assuntos foram identificados como geografia, história, artes, entre outros.
Com a maquete pronta todos brincaram da seguinte forma: em dupla, um dos professores selecionava um ponto de partida e um de chegada, e o outro professor traçava um possível trajeto para se deslocar de um ponto a outro. Observou-se que o trajeto dependia das condições para deslocamento, ou seja, se a pessoa estava de carro, se esta era cadeirante, etc. Ainda, para utilizar palavras como direita e esquerda era preciso observar a posição de quem estava escutando já que se ambas estiverem de frente uma para outra, a esquerda de uma não é de outra.
Dando continuidade, todos os professores contornaram a base dos prédios deixando na folha a vista de cima da praça montada (terceira e quarta foto). Com isso, socializamos conhecimentos sobre figuras geométricas planas e sólidos geométricos. Algumas concepções foram reformuladas como a pirâmide precisa ter base triangular e o bloco retangular não ser um prisma.
O último assunto tratado no encontro foi a escala. Isso aconteceu por meio da redução da planta com a vista de cima da maquete numa escala de 1:2 e na ampliação de um desenho dado (quinta e sexta fotos). No que se refere a redução da planta da maquete, observou-se inicialmente a não preocupação com a forma dos prédios (circular, retangular, etc), com os ângulos e distâncias entre os mesmos. Esse fato foi colocado ao grupo e todos puderam confirmar, na ampliação da figura, que fatos como esse modificam a proporcionalidade entre as representações.
Com a redução da planta da maquete em mãos, outra brincadeira. Agora um dos professores com a sua folha falava o ponto de partida e um trajeto qualquer, e o colega deveria acertar qual foi o ponto de chegada. A maior dificuldade relatada foi referente a fala esquerda e direita.
Obrigada a todos os envolvidos, em especial ao professor Valério (última foto), que vem contribuindo em todos os encontros com assuntos administrativos, registro em fotos e falas de incentivo.
Fotos:
terça-feira, abril 12, 2011
PRIMEIRO ENCONTRO DE HISTÓRIA PARA PROFESSORES DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
Para minha surpresa, a própria composição do grupo participante foi de caráter multidisciplinar, ou seja, tínhamos professores (as) de várias áreas: informática, educação física, séries iniciais, artes, supervisoras, orientadoras. A maioria do público foi de professoras que atuam nas unidades de ensino contempladas. No total, mais de quarenta profissionais foram contemplados nos dois períodos em que estivemos juntos.
O curso especificamente é de 20 horas e esta etapa representou metade da carga horária, o restante, conforme combinado, será completado em atividades sistematizadas e aplicadas em sala de aula (sequências didáticas). A partir do mês agosto estarei visitando as unidades e assessorando as professoras, bem como registrando minhas impressões e fazendo algumas fotografias.
Quanto à proposta do curso, segue em anexo o “Plano de Curso” que, além dos conteúdos abordados, contempla os referenciais bibliográficos completos. A sistemática do encontro foi a promoção da troca de experiências, proporcionando a reflexão das práticas pedagógicas voltadas ao ensino de História. Abordamos questões voltadas à valorização dos trabalhos efetuados na rede e registrados pela equipe do Setor de Capacitação implantado em 2009, discutimos e construímos conceitos, mostrando que é possível o ensino de História para crianças, por meio de uma base sólida (teórica e prática) que pode proporcionar aos educandos ferramentas de leitura de mundo, da maior importância, tanto no processo de letramento que se estenderá por toda a vida letiva, como no desenvolvimento da transição da consciência intransitiva para a consciência transitiva-crítica.
Com uma linguagem simples interagimos durante todo o encontro, dentro e fora da sala, promovendo além de informação e conhecimento, momentos de descontração. As professoras se mostraram interessadas e receptivas o que possibilitou uma abordagem de trabalho tranquila e dialogada. Enfim, mais uma vez, meu “muito obrigado” e até agosto!
(Prof. Valério – ministrante) 11/04/2011.
1) Plano de curso - http://www.megaupload.com/?d=ZUEHP8QF
segunda-feira, abril 11, 2011
Pró Letramento - Alfabetização e Linguagem por Jair J Pereira
Nos dias 22/03/2011 e 29/03/2011, das 18 horas às 22 horas, na Faculdade Municipal de Palhoça, aconteceram o 5º e o 6º encontro do Programa Pró-Letramento com os professores da rede municipal de ensino. Participaram 28 cursistas em cada um dos encontros. Os conteúdos, nesses dois encontros, discutidos foram os seguintes: avaliação da aprendizagem na alfabetização; função diagnóstica da avaliação; instrumentos de registro do processo de avaliação: observação e registro, provas operatórias, autoavaliação, portifólio; as dimensões do processo de avaliação na alfabetização; estratégias de intervenção na aprendizagem dos alunos; instrumento de avaliação diagnóstica.
No dia 22/03/201, primeiramente, apresentamos aos cursistas o plano de trabalho, destacando que o objetivo desse encontro tratava do reconhecimento das formas e das finalidades da avaliação na alfabetização. Assim, iniciamos a leitura e a discussão do fascículo 2 no livro do Pró-Letramento, que aborda questões relevantes em torno da avaliação do processo de alfabetização. Muitos cursistas revelaram desconhecer os recursos da avaliação diagnóstica, especialmente, o portifólio. Podemos observar durante o debate que a avaliação ainda é tratada de forma isolada. São momentos solitários em que o professor avalia apenas o aluno, esquecendo-se dos demais componentes da prática pedagógica. A leitura desse fascículo permitiu aos cursistas uma profunda reflexão acerca da problemática que envolve a avaliação. Chamamos a atenção também para o fato de a avaliação diagnóstica permitir ao professor um entendimento mais amplo de seu trabalho em sala de aula. Na verdade, essa revisão conceitual das práticas avaliativas na alfabetização foi de suma importância para conhecermos a forma de avaliação praticada pelos cursistas. Inclusive, alguns cursistas revelaram que se sentem inseguros no momento de avaliar seus alunos. Aproveitamos, então, para dizer que a dificuldade encontrada pelos professores tem origem na falta de embasamento teórico acerca da avaliação diagnóstica.
Após a discussão do fascículo 2, solicitamos aos cursistas que respondessem às seguintes questões, para posterior apresentação: em que consiste a avaliação diagnóstica? Como realizar essa avaliação com os alunos? Descreva o que é: observação e registro; provas operatórias; autoavaliação; portifólio; Você já usa esses recursos em sua prática pedagógica? Depois de respondidas essas questões, prosseguimos com as reflexões no grande grupo. Percebemos durante a leitura das respostas que os cursistas sentem dificuldade em sintetizar conceitos. Muitas respostas ficaram confusas, impossibilitando o entendimento. Por isso, sugerimos que algumas respostas fossem refeitas a fim de facilitar a compreensão.
Para finalizar esse encontro, encaminhamos as atividades para a semana, descritas a seguir: ler o fascículo 2, analisando o instrumento de avaliação diagnóstica ali apresentado e analisar em que medida esse instrumento pode ser utilizado em sua classe. Também solicitamos aos cursistas que tentassem aplicar o instrumento com suas crianças e fizessem uma descrição escrita dos resultados e da avaliação de sua funcionalidade.
Dando prosseguimento ao estudo sobre avaliação, no dia 29/03/2011, apresentamos os slides: concepções atuais em relação à avaliação. Essa apresentação durou cerca de uma hora e meia. Alguns assuntos polêmicos suscitaram um intenso debate, como por exemplo, a progressão automática concepção que retira de professores sua plena função avaliativa, limitando seu papel ao registro burocrático. Muitos cursistas lamentaram e afirmaram que a progressão automática tem sido responsável por camuflar o fracasso do sistema educacional, especialmente quando nos referimos às classes de alfabetização. Todos concordaram que a progressão automática se traduz uma forma de exclusão, uma vez que o aluno avança a série seguinte sem uma efetiva aprendizagem. Outro ponto bastante discutido pelos cursistas foi o monitoramento que permiti acompanhar e intervir no processo de ensino-aprendizagem. Destacamos bastante a ideia de que o monitoramento pode garantir a oportunidade do aluno em aprender, contrapondo-se às avaliações burocráticas, estas não possibilitam ao professor descobrir que não houve a aprendizagem planejada.
O Portfólio, um dos instrumentos de registro do processo de alfabetização, também despertou a curiosidade dos cursistas, principalmente, porque permite a organização e o arquivo de registros de aprendizagens dos alunos, assim, fornecendo uma síntese de seu percurso ou trajetória de aprendizagem. Destacamos, em seguida, as três dimensões que formam o portfólio: a autoavaliação pelo aluno; a avaliação pelo professor a partir de critérios formais, técnicos e qualitativos; e a apresentação de dados concretos sobre os progressos dos alunos para seus pais. Alguns cursistas revelaram desconhecer o portifólio, mas após a apresentação, manifestaram interesse em aplicar esse importante instrumento de avaliação com seus alunos. Outros confessaram que o portifólio assusta porque rompe com a simplicidade das práticas avaliativas utilizadas comumente pela escola.
Após a apresentação dos slides, os cursistas iniciaram a apresentação da análise realizada a partir do instrumento de avaliação diagnóstica apresentado no anexo do fascículo 2. As sínteses aqui apresentadas revelaram um posicionamento positivo dos cursistas em relação a esse instrumento. Muitos cursistas admitiram ter dificuldade para avaliar seus alunos em situações concretas de sala de aula.
Em outro momento, propomos a apresentação dos resultados obtidos com a aplicação do instrumento de avaliação indicado no anexo do fascículo 2. Todos os cursistas revelaram as atividades de avaliação propostas são sugestões relevantes, mas que muitas vezes, precisam de adaptações e complementações a fim de torná-las mais significativas aos alunos. Um cursista foi enfático ao afirmar que essa proposta de avaliação exigiu dele uma participação efetiva, pois muitos alunos precisaram de auxílio constante, para, inclusive, compreender o enunciado, mas, mesmo assim, considerou as atividades contidas no anexo de extrema importância na aprendizagem dos alunos. Outro cursista alertou para a questão do tempo, pois segundo ele, as atividades escolhidas por ele para a sua turma exigiu um reorganização de suas aulas, reforçando a ideia de um planejamento diário, bastante sistematizado.
Para finalizar esse encontro reforçamos a importância do instrumento de avaliação diagnóstica para as classes de alfabetização por possibilitar a inserção da criança na cultura escrita. Em seguida, recolhemos dos cursistas a descrição escrita dos resultados da aplicação do instrumento de avaliação diagnóstica.
A seguir seguem fotos dos encontros: