terça-feira, abril 05, 2011

Matemática 5ª à 8ª série - 1° encontro de 2011 por Karina Z Jacomelli A

A comissão organizadora da Olimpíada Regional de Matemática (ORM) por meio da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) convidou professores de Matemática das escolas de todo o Estado de Santa Catarina para participar do VI Encontro de Professores da Olimpíada Regional de Matemática. Esse encontro aconteceu durante todo o dia 02/04 e foram discutidos os assuntos gerais referentes à olimpíada com a apresentação de uma palestra e com uma oficina de resolução de problemas olímpicos.

Os professores das escolas municipais de Palhoça aceitaram o convite e participaram desse dia como sendo o primeiro encontro de 10 horas do curso a ser oferecido em 2011 pela Secretaria Municipal de Educação.

A parte da manhã começou com a apresentação e esclarecimento de dúvidas referente a ORM com o professor José Luiz Rosas Pinho (Pinho), que motivou a participação da mesma por todos os alunos das escolas do estado. Segundo o professor, é importante deixar que pelo menos aconteça a primeira fase, pois em qualquer escola pode ter um aluno esperando por esta oportunidade para se descobrir como um talento ou como um admirador da Matemática.

Na sequência, a professora Carmem Suzane Comitre Gimenez discutiu o termo “Problema Olímpico”, considerado como um problema não convencional. Uma definição muito adequada colocou o problema olímpico como sendo aqueles problemas desafiadores que exigem criatividade e imaginação. Juntamente com essa definição, a exposição dos diferentes tipos de problemas olímpicos nos reforçou que olimpíadas como essa trabalham a metodologia “Resolução de problemas” contemplada em nossa Proposta Curricular e, consequentemente, em nossos planejamentos de aula.

A manhã terminou com os professores Pinho e Nereu Estanislau Burin (Nereu) discutindo estratégias de resolução de problemas olímpicos geométricos e de sequências numéricas para os níveis 1 e 2 da ORM.

O encontro foi oferecido pela ORM, mas como foi solicitado antecipadamente por mim, o coordenador professor Lício Hernanes Bezerra (Lício) da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) iniciou a parte da tarde falando da OBMEP. Essa solicitação se deu porque os alunos das escolas municipais serão inscritos nesta olimpíada deste ano como nos anos passados.

O professor Lício ressaltou que o maior objetivo da OBMEP é mobiliar a todos para que façam e pensem matemática. Ao contrário da ORM que busca talentos para a área, a OBMEP busca divulgar e ampliar a matemática para que esta área atinja a todos, ela não visa competição, mas sim participação. Segundo o professor, é notável que crianças que gostam e tem mais facilidade com a matemática contagiam os que não gostam, fazendo-os gostar um pouco mais.
A OBMEP, assim como pretende a Proposta Pedagógica do município de Palhoça, estimula o estudo da Matemática por meio da resolução de problemas motivantes, que despertem o interesse e a curiosidade de professores e estudantes, e que permitem o uso da criatividade e da perspicácia. Esse objetivo em comum reforça ainda mais a necessidade de permitir que a OBMEP entre em nossas escolas, mais especificamente em nossas aulas de matemática.

Após um tempo dado aos participantes para que resolvam alguns problemas olímpicos, os professores Pinho e Nereu encerraram a tarde socializando estratégias de resolução para os mesmos.Agradeço a valiosa participação dos professores municipais, que não negaram estar trabalhando num sábado. É assim com professores como vocês que conseguiremos avançar cada vez mais. Obrigada mais uma vez!


Da direita para esquerda: KARINA ZOLIA JACOMELLI ALVES, INGELORE SIEVENT ALVES, FRANCIELY SAMISTRARO, MARIZA CAMPOS GAVILAN, REGINA DE OLIVEIRA MELO, MARINA MACHADO RIBEIRO GONZAGA, MARIA REGINA SOARES STOCK, DYAN CARLO PAMPLONA, ELIEL VEIGA DA SILVA, MARIA REGINA NUNES LAMIM.


(Estava no curso, mas não no momento da foto: RODRIGO LUIS DOS SANTOS)

quinta-feira, março 31, 2011

Olimpíada Municipal de Língua Portuguesa por Jair J Pereira

Este relato tem como objetivo registrar as atividades realizadas na 1ª oficina da OLIMPÍADA MUNICIPAL DE LÍNGUA PORTUGUESA, que ocorreu no dia 31/03/2011, na Faculdade Municipal de Palhoça – FMP. Participaram dessa primeira etapa 16 professores que lecionam com turmas de 4ª série e 08 professores de Língua Portuguesa dos anos finais do ensino fundamental. Também estavam presentes alguns profissionais que oferecem suporte pedagógico às escolas de rede municipal.

Iniciamos a oficina com a apresentação individual para que todos pudessem se conhecer melhor e, com isso, facilitar o intercâmbio de informações, tão importante nesse modelo de formação. A seguir, iniciamos a apresentação do Regulamento da OLIMPÍADA MUNICIPAL DE LÍNGUA PORTUGUESA, destacando, desde o início, que o principal objeto é intensificar o trabalho a partir de textos nas escolas municipais de Palhoça. Destacamos que a própria Proposta Curricular do município contempla o texto como objeto de ensino de Língua Portuguesa, desde os anos iniciais. Ressaltamos que nesse referencial curricular não há espaço para aulas meramente gramaticais. Dessa forma, insistimos que os conteúdos propostos para o ano de 2011devem contemplar, necessariamente: leitura, interpretação e produção de texto.

Ainda sobre o regulamento da Olimpíada muitas dúvidas e sugestões surgiram durante a leitura. Os professores contribuíram sugerindo, por exemplo, conteúdos a serem abordados durante a produção dos textos. Outro ponto bastante discutido refere-se ao tema da Olimpíada: A EXPLORAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS DE PALHOÇA. Os professores aprovaram a escolha do tema, justificando que o crescimento desordenado da cidade trouxe problemas graves ao meio ambiente, como: a poluição dos rios e dos lençóis freáticos e o desmatamento. O exemplo mais citado foi o Morro do Cambirela que há anos vem sendo destruído por uma empresa de extração de pedras com aval do poder público, inclusive. Essa discussão do regulamento transcorreu até o intervalo.

Em seguida, iniciamos o estudo do texto “Gêneros textuais na sala de aula: entre modas e realidades” de José Luís Landeira; Na sequência, refletimos sobre o ensino de gêneros textuais na escola, apresentado em quadro síntese dos gêneros textuais e seus respectivos agrupamentos proposto pelos pesquisadores da Universidade de Genebra, Joaquim Dolz e Bernard Schneuwly. Também debatemos o texto “Escrever e convencer para mudar” de Heloisa Amaral em grupo. Após a leitura e discussão desses textos, solicitamos a cada cursista, que em forma de síntese, apresente suas experiências com o gênero textual em sala de aula. Essa síntese será apresentada pelos cursistas, na próxima oficina, no mês de maio.

Podemos afirmar que os professores cursistas ficaram satisfeitos com a Proposta de trabalho apresentada e estão dispostos a contribuir com o sucesso da Olimpíada.As fotos, a seguir, mostram esse primeiro momento de formação para a OLIMPÍADA MUNICIPAL DE LÍNGUA PORTUGUESA – 2011.




quarta-feira, março 30, 2011

Pró Letramento - Matemática - 7º encontro por Karina Z Jacomelli A

No dia 29/03/11 aconteceu o 7° encontro do programa Pró-letramento. Neste dia, discutimos diferentes registros para os algoritmos das operações de multiplicação e divisão. Para tanto, foi feita a exposição de diferentes algoritmos (anexo) como meio de registrar informações vistas e trabalhadas no material concreto. Assim como para a adição e subtração no encontro passado, a preocupação neste momento seria o de registrar pela escrita numérica e de diferentes formas todas as passagens discutidas no quadro valor de lugar para a multiplicação e divisão.
Um tempo foi dado aos professores para relatarem as TIs levadas para sala de aula. Tivemos o relato de dois deles para as TIs 7, 8 e 9 do fascículo 2. Uma professora relatou que utilizou o chão da sala de aula para realizar os pulos juntamente com a reta numérica desenhada e que os alunos adoraram. Um professor relatou como uma dificuldade que a postura atual de diretor da escola inibia os alunos e estes não se soltavam durante a atividade.
O encontro seguiu com discussões referentes as TIs do fascículo 2. A TI1, “Você acha que o algoritmo da subtração ajuda os alunos a efetuarem cálculos como “8–3=” ou “9–4=”? Explique sua resposta.”, trouxe à tona a necessidade de se trabalhar muito no aluno os fatos básicos antes da utilização do algoritmo, seja ele da subtração ou não.
Mais uma vez, o término do encontro se deu com relato dos cursistas a ser entregue e com previsões de datas para entrega das tarefas à distância. Esse foi mais um encontro, segundo os cursistas, relevante, esclarecedor e proveitoso. Parabéns a todos!
Fotos

ANEXO: Slides sobre multiplicação e divisão - http://www.megaupload.com/?d=X5J85WAY

terça-feira, março 29, 2011

Projeto Contos Infantis por Jair J Pereira

Professores, segue link abaixo do Projeto: Contos Infantis desenvolvido pelos professores: Julio Cezar Macedo e Valdete Rita.
Este projeto atende à metodologia implantada pelo Programa de Formação Continuada - Pró-Letramento - na área de alfabetização e linguagem.
Professores, para acessar ao Projeto basta clicar no link abaixo:


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quinta-feira, março 24, 2011

Projeto Alfabetizando e Letrando com a Páscoa por Jair J Pereira

Professores, segue o link abaixo do Projeto: Alfabetizando e Letrando com a Páscoa desenvolvido pelas professoras: Andréia Terezinha Shimith Assunção, Angela Maria Araújo Ottoni, Carmem Helena da Silva, Maria Celene da Silva Assunção.
Este projeto atende à metodologia implantada pelo Programa de Formação Continuada, Pró-Letramento na área de Alfabetização e Linguagem ofertado pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura no ano de 2011.
Para acessar ao projeto, basta clicar no link abaixo:
http://www.megaupload.com/?d=1RBQO0DV
Professores, aproveitem para analisar, adaptar e aplicar.

Pró-Letramento: alfabetização e linguagem por Jair J Pereira

Nos dias 15/02/2011 e 22/02/2011, das 18 horas às 22 horas, na Faculdade Municipal de Palhoça, aconteceram o 1º e o 2º encontro do Programa Pró-Letramento com os professores da rede municipal. Participaram 30 cursistas no primeiro e 25 no segundo encontro. Os conteúdos debatidos foram os seguintes: métodos sintéticos e analíticos; as contribuições de Emília Ferreiro para a alfabetização e os equívocos em relação a esse pensamento; a importância de Vigotski e de Bakhtin para a alfabetização; letramento e suas intersecções com a alfabetização.
No dia 15/02/2011, num primeiro momento, apresentamos aos cursistas o plano de trabalho, destacando que um dos principais objetivos do Pró-Letramento é proporcionar o estudo de teorias, relacionando-as à prática pedagógica. Assim, iniciamos a leitura e a discussão do texto complementar 1, que trata de conceitos importantes ao processo de alfabetização. Alguns temas, entre estes o letramento, suscitaram questionamentos e posicionamentos por parte dos cursistas, pois para muitos não há diferença entre alfabetização e letramento. As contribuições de Emília Ferreiro também despertaram o debate entre os
Num segundo momento, iniciamos a apresentação dos slides: um breve registro sobre bases teórico-metológicas do ensino e da aprendizagem da modalidade escrita da língua. A apresentação desse material foi de suma importância para esclarecer conceitos abordados durante a leitura do primeiro texto, especialmente, questões referentes aos métodos sintéticos e analíticos. A forma como foi construída os slides facilitou o entendimento e a discussão. Nesse momento, observamos expectativas e inquietações dos professores quanto ao processo de alfabetização.
Na sequência, propusemos a leitura da unidade 1, do fascículo 1 que mostra de forma bastante objetiva conceitos relacionados à alfabetização: língua, alfabetização, letramento, ensino da língua escrita. Sem dúvida, a leitura dessa primeira unidade permitiu aos cursistas um entendimento mais amplo de temas que permeiam expectativas e inquietações dos professores quanto ao universo da alfabetização. Muitos professores se posicionaram, afirmando que essa discussão acerca da teoria é salutar, pois a prática pedagógica necessita de amparo teórico. Outro registro importante de um dos cursistas refere-se ao fato de o professor trabalhar muito e refletir pouco acerca de sua prática. O excesso de trabalho foi apontado como uma das causas para esse distanciamento do professor dos estudos.
Ao final do encontro, constatamos que os professores perceberam a importância das reflexões acerca da alfabetização. Acreditamos que estamos num processo de mudanças na educação, e que os professores estão dispostos a projetar novas possibilidades.
Prosseguindo as atividades, no dia 22/02/2011, dividimos os cursistas em duplas para a construção da síntese do texto complementar 1. Essa atividade durou cerca de duas horas e, na sequência, iniciamos a apresentação dos resumos. Todos os cursistas presentes apresentaram seus trabalhos. As discussões pautaram-se, especialmente, acerca das relações da alfabetização com o letramento. Ao final das apresentações, muitos cursistas concluíram que a prática pedagógica mais produtiva é aquela que contempla, de forma articulada: a alfabetização e o letramento.
Sem dúvida, esse momento de discussão e questionamentos é importante para despertar o professor para mudanças. Parece que os primeiros resultados do programa Pró Letramento já estão aparecendo, pois o envolvimento e o entusiasmo são evidentes. A avaliação dessa atividade é positiva, uma vez que todos os cursistas leram o material disponibilizado e, assim, sentiram-se confiantes para contribuir nos debates.
Feita essa discussão, encaminhamos a apresentação da atividade a distância na qual cada cursista avaliou a sua prática alfabetizadora. Inclusive lançamos uma questão para direcionar a atividade: de que forma o conhecimento teórico pode ajudar a ressignificar a sua prática? Todos os cursistas presentes participaram dessa atividade que foi concluída em forma de seminário. Ao final recolhemos as sínteses reflexivas para nossa avaliação. Para finalizar, nesses primeiros encontros, observamos que a metodologia de trabalho proposta pelo Pró-Letramento é inovadora no sentido de promover a articulação entre a teoria e a ação pedagógica do professor e, isso, sem dúvida, permite a integração e a participação crítica dos cursistas.
A seguir fotos dos encontros:




quarta-feira, março 23, 2011

Pró-Letramento na Rede Municipal de Palhoça por Jair J Pereira

A secretaria Municipal de Educação de Palhoça em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina está oferecendo aos professores do ensino fundamental, anos iniciais, mais uma edição do Programa de Formação Continuada, Pró-Letramento. Cerca de 30 professores da rede municipal de ensino estão participando dessa formação que procura oferecer suporte à ação pedagógica e elevar a qualidade do trabalho com a alfabetização e a linguagem. Os encontros ocorrem todas as terças-feiras, das 18:00 às 22:00, nas dependências da Faculdade Municipal de Palhoça - FMP. Ao final do curso, os participantes receberão um certificado de 120 horas.
A formação de alfabetização e linguagem é composta de oito fascículos em que são abordados os seguintes temas: capacidades linguísticas da alfabetização e avaliação; alfabetização e letramento: questões sobre avaliação; a organização do tempo pedagógico e o planejamento de ensino; organização e uso da biblioteca escolar e das salas de leitura; o lúdico na sala de aula: projetos e jogos; o livro didático em sala de aula: algumas reflexões; modos de falar/modos de escrever.
O curso Pró-Letramento em Palhoça teve início no dia 08 de fevereiro com a presença da Secretária Municipal de Educação de Palhoça, Jocelete Isaltina da Silveira dos Santos que destacou a importância de programas de formação continuada, como o Pró-Letramento. Salientou, também, que a atual gestão não vem medindo esforços para garantir formação continuada aos professores da rede municipal, em especial, nas áreas de Língua Portuguesa e de Matemática. Do mesmo modo, registrou que as avaliações externas do MEC que compõe o IDEB (Provinha-Brasil, Prova-Brasil) abordam, prioritariamente, questões de Matemática e de Língua Portuguesa. Por isso, a necessidade de intensificar a formação do professor dos anos iniciais nessas áreas.
Após as considerações da Secretária, a formadora do Programa Pró-Letramento de Matemática Karina Zolia Jacomelli Alves chamou a atenção para a necessidade de um comprometimento maior do cursista, uma vez que as especificidades do Curso exigem leitura, pesquisa e realização constante de tarefas em serviço. Em seguida, o professor Jair Pereira, formador de Alfabetização e Linguagem, iniciou a apresentação detalhada do Programa, com destaque para os seguintes itens: definição; responsáveis; especificações; etapas; carga horária; certificação; avaliação.
Por fim, solicitamos a todos os cursistas que aproveitem as posssibilidades oferecidas pelo Programa Pró-Letramento.
Seguem fotos desse primeiro encontro: