quarta-feira, julho 01, 2009

Cancelamento das Capacitações

Informamos a todos os professores do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Palhoça que em virtude da greve do transporte coletivo, decidimos cancelar as capacitações agendadas para esta semana. Posteriormente estaremos encaminhando às escolas um novo calendário de capacitação.
Gostaríamos, também, de registar que estamos à disposição dos professores, especialmente os que atuam nas séries iniciais, para qualquer esclarecimento acerca da sistemática de capacitação. Qualquer dúvida quanto à construção da Sequência didática a equipe multidisciplinar está disposta a coloborar.
Queremos dizer que estamos bastante confiantes na qualidade dos trabalhos que estão sendo construídos pelos professores da rede municipal.
Equipe Multidisciplinar

GESTAR II – Matemática – Unidade 8 do TP2 por Sandra Murita Pagani (cursista)

Sandra Murita Pagani, professora de Matemática de uma escola municipal de Palhoça, é uma das cursistas do programa GESTAR II. Como tarefa de uma das oficinas, ela precisava realizar o “Socializando o seu conhecimento e experiências de sala de aula” que consta na unidade 8 do TP2. A seguir, está o que a professora concretizou:

a) Síntese da unidade

Nessa unidade trabalhamos os conceitos matemáticos como: Porcentagem, Juros simples, Juros compostos, Plano Cartesiano, Funções Lineares e Gráficos.
Não encontrei dificuldades, o que encontrei realmente foi à falta de tempo para fazer todas as atividades. Foi bastante interessante a leitura da seção, mesmo porque sempre achei interessante trabalhar situações problemas para que o aluno raciocine na resolução desses.
O aluno precisa aprender a investigar, formular, raciocinar, situações para poder caminhar no seu próprio fazer matemático. Através de situações problemas o professor leva o aluno a pensar e encontrar outros caminhos para que ele encontre os valores esperados.

b) Resultados observados em sala de aula

A aula se tornou interessante, pois trabalha uma situação que estamos vivendo nesse momento (preparação para festa junina na escola).
As dificuldades encontradas foi fazê-los entender como encontramos as equações correspondentes às situações propostas, como por exemplo: Entender que a variável “y” representa o número de pessoas e “x” o número de vezes que essa pessoa foi a pescaria. Para o aluno o “x” e o “y” na matemática ainda são valores abstratos.
Fazê-los entender que a variável é um número desconhecido e que vamos achá-los através da equação, ainda é um problema que o professor encontra, principalmente nas turmas da E.J.A. onde os alunos de mais idades sentem dificuldades em entender. Mas depois de muitas aulas e resolução de equações, eles começam a se “familiarizar” com o “x” e o “y” da matemática.
Preencher as tabelas foi fácil, difícil mesmo, foi colocar os números no gráfico. Depois de muito “apagarem” acredito que alcancei o objetivo dessa atividade. Ufa, mas foi difícil.

c) Aplicação da tarefa na sala de aula

Tema: Função Linear – Gráfico.

Objetivo: Através de uma situação problema, o aluno deverá preencher tabelas e construir no plano cartesiano o gráfico correspondente aos valores da tabela.

Conceitos Trabalhados: Função Linear – Gráficos.

Faixa Etária: 16 anos

Tempo: 125 minutos (3 aulas)

Material: Lápis, Papel milimitrado.
Situação Problema: Atividade 17 – nº 1,2,3,4,5,6, da TP2, unidade 8.

GESTAR II – Matemática – Unidade 2 do TP1 por Cícero Clovis da Silva (cursista)

Cícero Clovis da Silva, professor de Matemática de uma escola municipal de Palhoça, é um dos cursistas do programa GESTAR II. Como tarefa de uma das oficinas, ele precisava realizar o “Socializando o seu conhecimento e experiências de sala de aula” que consta na unidade 2 do TP1. A seguir, está o que o professor concretizou:

a) Síntese da unidade
Ao iniciar a leitura da unidade começa a ficar muito mais claro como a matemática está envolvida em nosso cotidiano e sua relação com a ciência. Nesta unidade foram trabalhados os conceitos matemáticos de medidas, volumes e números decimais, e na ciência, a importância do ferro na alimentação.

Na unidade dois ela também trata da “alimentação para saúde”. Então fica a idéia do cardápio para o trabalho em sala de aula.

b) Resultados observados em sala de aula
No primeiro momento os alunos questionaram sobre o que tinha haver matemática com ciências, assim pude responder que a matemática não está só na ciência, mas em outras disciplinas também.
Eles acharam “legal” o professor de matemática falando de outro tema, como anemia, saindo da sua rotina de cálculos somente.

c) Aplicação da tarefa na sala de aula
O que é anemia e como combater?
Objetivos: Conhecer um pouco mais sobre anemia e como combater a mesma.
Executar operações de adições e multiplicações com números decimais.
Descobrir no seu cardápio diário, quais alimentos contém maior quantidade de ferro por cada cem gramas.
Conteúdos: Números decimais; Unidade de medidas.
Estratégias: Pesquisas na internet, trabalhos em grupos, individual e apresentações dos trabalhos realizados.
Publico: 6ª série
Tempo: 120 min

Gostaria nesse primeiro momento de ressaltar que o material é muito interessante para aplicabilidade dos conceitos matemáticos em nossa realidade de educador e educando.
Porém, ao começar os estudos e planejar as atividades, as dificuldades começaram aparecer. Entre elas a disponibilidade de tempo para planejamento, que não é oferecido suficientemente para o educador pelas instituições e a falta de dados, em nossa região, do tema proposto para a pesquisa, tendo assim de adaptar para nossa realidade.
A importância desta atividade é mostrar ao nosso aluno como a matemática está contida no nosso dia-a-dia, o que muitos não notam.
Um exemplo disto, nós vimos na pesquisa sobre anemia, realizada pelos alunos, onde verificaram o que era e como se combatia. A partir disto, pesquisaram em embalagens de produtos alimentícios, quais alimentos continham ferro e as quantidades, montaram então cardápios que continham a quantidade diária necessária de ferro que o ser humano precisa na sua alimentação, conforme tabelas de consumo mínimo por dia, para não se adquirir anemia.
As apresentações da pesquisa foram muito boas, porém quando trabalhava a matemática eles não conseguiram definir os conceitos matemáticos de medidas dentro do contexto pesquisado. Após explicados esses conceitos, ficou um pouco mais fácil as operações com os decimais, assim eles começaram a perceber outros conteúdos envolvidos no contexto.
Eu pude perceber que os alunos apresentam mais facilidade em resolver as questões matemáticas quando descontextualizadas, pois se trata apenas de simples reprodução, mas quando o tema é trabalhado num contexto mais próximo à realidade eles têm maior dificuldade em visualizar o conceito matemático e consequentemente desenvolver a atividade.

ANEXOS

GESTAR II – Matemática – Unidade 6 do TP2 por Aloísio José Battisti (cursista)

Aloísio José Battisti, professor de Matemática de uma escola municipal de Palhoça, é um dos cursistas do programa GESTAR II. Como tarefa de uma das oficinas, ele precisava realizar o “Socializando o seu conhecimento e experiências de sala de aula” que consta na unidade 6 do TP2. A seguir, está o que o professor concretizou:

a) Síntese da unidade

A unidade centra a problemática da atividade física na aula de matemática, e mostra uma dificuldade de relacionar o corpo com essa disciplina, pois enquanto nas escolas se ensina uma matemática reducionista e com modelos únicos, universais ao longo da história, será impossível fazer diferente. Por isso, essa proposta de relacionar o desempenho do atleta com o cidadão comum, e também estabelecer as comparações entre padrões ou marcas para classificar, faz relacionar a noção do que está aprovado com relativamente positivo, e do que não atingiu a meta com relativamente negativo, ao mesmo tempo em que introduz as noções de números relativos.

b) Resultados observados em sala de aula

Um ponto mais interessante da aula: conceituando somente números relativos, houve entendimento da atividade com as variáveis negativas e positivas em relação à marca padrão.
Duas maiores dificuldades encontradas: uma do entendimento de itens (e, f) do exercício sem relação com os dados do enunciado, e também a dúvida da relação de variação do sinal com a ordem dos números.

A situação-problema: números relativos em relação às marcas dos atletas relacionam a modalidade de esporte de lançamento de dardo feminina. Isso é interessante, pois valoriza o entendimento dos valores numéricos positivos e negativos em relação ao desempenho das atletas, e também do cidadão comum.
Com relação à participação dos alunos que tiraram as dúvidas, pois tentaram resolver os itens e, f do exercício, nesse momento o diálogo é valorizado.

c) Aplicação da tarefa na sala de aula

Apresentação: A transposição didática será da atividade do AAA2: unidade 6, aula 03, numa turma de 6a série do EJA.
Projeto: A presença da matemática no mundo dos esportes.
Objetivo: Introduzir noções de cálculos com números inteiros.
Duração: 1ª aula: situação-problema:
2ª aula: atividade proposta em sala de aula
3ª aula: atividade de avaliação para os alunos
Estratégias: aula dialogada, uso de quadro e giz e xerox de texto.
Conteúdo: (Aula 3: Números relativos - apostila AAA2, pp. 52 -55)

1ª Aula:
Apresentação da situação-problema: nas modalidades de Atletismo, dos esportes, os atletas precisam alcançar padrões de classificação para participar de campeonatos nacionais e internacionais.
Atividade: As atletas abaixo relacionadas praticam lançamento de dardo; veja o resultado delas na classificação para as Olimpíadas da Juventude (ex.atividade 2 – p.53)
Resolução dos itens a e b.

2ª Aula: Resolução dos itens: c, d, e, f, g, h, e i.

3ª Aula: Atividade 3 – p. 55.

FOTOS


TRABALHOS

ANEXO
Relato feito pela formadora, Karina, referente à visita da aula apresentada acima - http://www.megaupload.com/?d=YREZEVOD
(Após clicar no link acima, para acessar o documento, preencha o "Digite isso aqui", clique no "Baixar arquivo" e, por último, clique em "Download comum")

terça-feira, junho 30, 2009

Retextualização do Conto 'A Cartomante" de Machado de Assis por Alexandra Espíndola

Alexandra Espíndola, professora de Língua Portuguesa da Escola Professora Antonieta Silveira de Souza, é uma das participantes do Programa de Formação Continuada da Rede Municipal de Palhoça. Como tarefa de uma das oficinas, ela realizou a Retextualização do Conto "A Cartomante" de Machado de Assis.

A seguir, está a sequência didática elaborada pela professora Alexandra.

Retextualização: "A Cartomante" de Machado de Assis

Objetivo geral: produzir uma retextualização a partir do conto “A Cartomante”, de Machado de Assis.

Objetivos específicos:
conhecer a biografia de Machado de Assis;
entender o momento histórico – final do século XIX;
ler o texto“A Cartomante”, de Machado de Assis;
assistir ao filme “A Cartomante”, direção e roteiro de Wagner de Assis;
compreender a trama desse conto;
entender sua estrutura narrativa;
analisar os personagens;
observar a posição do narrador;
apresentar oralmente o texto;
reescrever o texto oral, fazendo as devidas transformações;
criar uma sinopse do filme.
socializar os textos escritos produzidos.

1º passo: o professor falará sobre a vida de Machado de Assis e pedirá aos alunos uma pesquisa com mais informações sobre a biografia desse autor. O que os alunos trouxerem deverá ser lido para a turma.

2º passo: o professor de Língua Portuguesa pedirá ao professor de história uma retomada do contexto sócio-político do final do século XIX para que os alunos compreendam melhor as condições de produção de Machado de Assis e a posição dele no campo político e artístico da época.

3º passo: ler o texto completo. É importante que o professor inicie a leitura em voz alta e interprete a primeira parte do texto para os alunos, pois a linguagem não do conto não é a que os alunos de 8ª série estão acostumados e a primeira frase do texto é Shakespeare. Além disso, nessa leitura inicial, o professor pode aproveitar para instigar a curiosidade da turma. Após o conto lido, um debate será feito para compreender a trama e sua estrutura. Os alunos poderão ainda atentar para a construção dos personagens, e o professor para o posicionamento do narrador.


4º passo: assistir ao filme. Nessa etapa o professor vai parando o filme para abrir discussões sobre a adaptação e a releitura feitas do conto para o filme. Essas paradas também servem para que os alunos façam suas inferências e apontem as diferenças e semelhanças com o texto. Após o término do filme, o mesmo debate sobre a trama, a estrutura e as personagens feito no 3º passo pode ser retomado aqui.

5º passo: texto lido, filme assistido – agora os alunos escolherão uma maneira de, em grupo, apresentar oralmente tudo que viram até aqui. Poderão fazer uma apresentação em forma de teatro, de jornalismo, de seminário etc. Poderão optar por apresentar somente sobre o texto ou sobre texto e filme juntos. É importante que os alunos não se prendam somente no filme, afinal, o nosso objeto de estudo é a literatura, não o cinema.

6º passo: preparação para a apresentação – cada aluno deverá produzir um texto oral para apresentar, ou seja, preparar suas falas. Nesse texto, o professor deve esclarecer que a linguagem não precisa obedecer às normas padrão da língua culta. Nesse passo, o professor pode montar uma banca para que um grupo ajude avaliar o outro. Elementos que podem ser analisados: registro da língua (vulgar, coloquial despreocupada, coloquial culta, formal) – entendendo a linguagem de acordo com cada tipo de apresentação; tom (monótono, expressivo, caloroso, impaciente); mensagem (compreensiva, incompreensiva); comportamento (postura).

7º passo: após essas etapas, o professor pedirá para que os alunos reescrevam seus textos orais da apresentação, utilizando agora uma variante mais formal da língua, atentando às exigências da língua culta. Essas transformações da “fala” para a escrita deverão ser utilizadas pelo professor, que selecionará alguns trechos das produções dos alunos que evidenciam maiores mudanças. Essa seleção poderá ser digitada e impressa para que cada aluno tenha em mãos esse material, o qual servirá de discussão.

8º passo: os textos produzidos devem ser lidos para a turma. Os alunos poderão ainda ler sua retextualização apontando para as mudanças feitas.

Variante: o professor explicará o que é o gênero sinopse, levará alguns de exemplo e pedirá para que cada grupo crie uma sinopse do filme ou do texto, com uma linguagem clara e objetiva, e uma capa de livro ou encarte de DVD. Os resultados poderão ser expostos na sala.

Sugestão: Para continuar a mesma temática, o professor pode levar para a turma a música de Elis Regina, intitulada “A Cartomante”, e o conto de Lima Barreto, também com o mesmo título. É uma maneira de retomar Machado de Assis, fazer relações com esses outros textos e iniciar uma nova sequência didática.


Fotos da apresentação dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos da Professora Alexandra.




segunda-feira, junho 29, 2009

Avaliação Gestar II - Língua Portuguesa por Jair J Pereira

Chegamos ao nono encontro do Programa de Formação Continuada Gestar II. Até aqui o que se pode afirmar, com toda certeza, é que os professores-cursistas entenderam a proposta, porque os resultados em sala de aula já estão surpreendendo a todos.
Muitos profissionais que iniciaram o Curso desmotivados, hoje sentem prazer em participar das atividades, inclusive sugerindo que essa ideia de discussão em grupo seja mantida para os próximos anos. É gratificante acompanhar a mudança na prática pedagógica de nosso professor. Talvez esteja aí, a grande contribuição do Gestar II aos professores de Língua Portuguesa.
Acreditamos que é a partir da troca constante de experiências que construiremos uma identidade para o ensino de língua materna na rede municipal de Palhoça.
Desfios são enormes, mas percebemos através da criatividade e da ousadia de nosso professor que é possível uma metodologia de ensino diferente, que seja capaz de contemplar o mundo de vivências de nosso aluno. Mesmo que para isso seja necessário romper com paradgmas.
A avaliação que se pode fazer desses nove encontros é muito positiva. O grupo de Língua Portuguesa composto por dez profissionais criou vínculos com a proposta do Programa. E com isso, não há espaço para pessimismo. Percebe-se, sim, um compromisso muito forte com os ideais de mudança.
Ainda, vale destacar que todo o material de nossa discussão, bem como a produção do professor-cursita e do aluno serão publicados no caderno pedagógico que será disponibilizado a toda a rede municipal de Palhoça.




domingo, junho 28, 2009

9° encontro de Matemática - GESTAR II

Resultado do 9º encontro com professores da rede municipal de Palhoça quanto ao programa GESTAR II que aconteceu no dia 26/06/2009.


A unidade 9 do TP3 que trabalha, principalmente, com poliedros e prismas foi o assunto deste encontro. Esta unidade é referente a sessão coletiva 5 e contou com a presença dos cinco participantes.

Começamos o encontro com a segunda atividade sugerida pela oficina. Esta solicitava uma revisão da leitura da unidade 9 reforçando os conceitos de poliedros e prismas. Além disso, oportunizava o esclarecimento de dúvidas, caso tenha ocorrido. Os professores avaliavam as figuras apresentadas justificando o porquê de esta ser um poliedro e prisma ou somente poliedro.

Concluída a atividade 2, fomos para a atividade 3 que sugeria a construção de um caleidociclo. Antes da mobilização dos materiais foi feita uma exposição do que seria um caleidociclo com a apresentação de alguns exemplos, em vídeo e em foto (anexados abaixo). A partir dessa motivação iniciamos a confecção. Vejamos como ficaram os caleidociclos dos professores:


Com a figura em mãos, concluída, respondemos as perguntas da atividade. Uma delas, que solicitava a medida do raio do cilindro, gerou uma discussão mais prolongada. Isso porque alguns calcularam esta medida visualizando a figura e outros com a calculadora chegando a resultados diferentes. A conclusão para este fato é de que foi preciso usar uma aproximação para o pi já que os resultados estavam bem próximos.
A conversa seguiu com observações do que de matemática poderíamos aproveitar se estivéssemos em sala de aula. Junto, os professores ficaram imaginando seus alunos diante de uma tarefa como essa. Foi muito interessante ver a alegria desses professores com seus “bonequinhos” nas mãos.

O encontro terminou com a atividade 1 da sessão coletiva. Esta atividade solicitava a construção de um poliedro não padronizado utilizando recortes de cartolina. Após a construção, devido ao tempo, falamos brevemente da matemática envolvida que poderia estar sendo aproveitada com os alunos. A seguir, um vídeo mostrando um momento da construção do poliedro e uma foto com as construções obtidas:

Foi mais um encontro muito proveitoso com pessoas especiais. Parabéns professores, principalmente pela dedicação dada ao curso.


ANEXOS

1. Vídeos dos caleidociclos: a) http://www.youtube.com/watch?v=XyArt-u_LNE - b) http://www.youtube.com/watch?v=dqbKAtj9hxg

2. Apresentação do caleidociclo no encontro - http://www.megaupload.com/?d=LA54R6DW

3. Tipos de caleidociclo - http://caleidociclos.110mb.com/caleidociclos.html


(Após clicar no link 2 acima, para acessar o documento, preencha o "Digite isso aqui", clique no "Baixar arquivo" e, por último, clique em "Download comum")